Moai

  • Ano de estréia: 2014
  • Eventos: Winter Challenge X (2014), RoboGames 2015, Winter Challenge XI (2015), Summer Challenge 2015, RoboGames 2016 e Winter Challenge 2016
  • Conquistas: 12° lugar no WCX, 6º lugar no WCXI, 2º lugar no SC2015, 4º lugar na RoboGames 2016, 10º lugar no WC2016, 2º lugar na Copa Serrana de Robótica 2017 e 6º lugar no WCXIII.

* Resultado oficial não divulgado; não foi possível obter a classificação a partir da análise das chaves.

O robô Moai é o primeiro Sumô Autônomo 3kg da equipe. Seu nome segue a mesma linha de pensamento de seu irmão mais velho, o Stonehenge, de monumentos antigos que resistiram ao tempo, desta vez fazendo referência às famosas estátuas da ilha de Páscoa.

As semelhanças do Moai com o Stonehenge não acabam por aí: o robô também aproveita a propriedade ferromagnética da arena e utiliza ímas para aumentar a força de contato com o chão, aumentando a aderência e garantindo uma melhor transmissão de potência. Porém, a força normal do Moai com a arena é menor que a do Stonehenge, o que o possibilita atingir velocidades maiores, uma vantagem na categoria autônoma.

Atualmente são utilizados sensores ultrassônicos para detectar o robô adversário, e sensores infravermelhos de reflectividade para detectar os limites da arena. Novos sensores sempre estão sendo pesquisados para garantir a melhor eficiência do robô durante os combates. Um obstáculo superado na programação do robô foi realizar a leitura de diversos sensores e o controle dos motores utilizando apenas um microcontrolador.

Sua eletrônica é resultado de vários anos de experiência da equipe e foi projetada para aguentar os altos picos de corrente exigidos pelos motores e também para ser compatível com diversos sensores simultâneos, possuindo diversos pinos de entrada e saída. Tudo isso em uma única placa de dimensões menores que 5×5 cm! A placa atualmente também é utilizada no Stonehenge.